segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

A Arca de Noé I

Inicialmente, as crianças assistiram novamente ao desenho "X", que contava rapidamente a história da criação, de Adão e Eva, e continuamos com a história da Arca de Noé.

Depois, com as turmas divididas, tivemos a nossa aulinha. Buscamos recapitular a Criação, lembrando o que Deus fez a cada dia (que não era realmente um dia, mas um período). Para isso, utilizei uma sequência que encontrei no site "y", que achei interessante, pois dentro de cada número mostrava a ocorrência.

Aproveitei isto também para lembrar a história de Adão e Eva, a questão da desobediência e da responsabilidade por nossas escolhas.

Assim, utilizei o livreto A Arca de Noé, da coleção "x", que é bem resumido, mas serve bem para ilustrar a história.

Depois de abordarmos a questão da obediência de Noé, e da questão dos animais estarem em casais (família), fomos para a parte prática: imprimimos o desenho de uma Arca, de Noé, e de vários casais de animais. Usamos uma folha daquele papel microondulado azul escuro para fazer a água do mar, e pedi para as crianças montarem um painel da arca de Noé. O peixe foi colado no céu, a zebra na água, mas está tudo certo! rs!

Para finalizar, cada um construiu a sua arca - na verdade, um barquinho de papel!

sábado, 29 de janeiro de 2011

Volta às aulas!

Hoje retomamos nossas atividades com as crianças! E pra começar bem o ano, nossa primeira aula foi sobre as regras básicas da nossa evangelização, que envolve disciplina, ordem e comportamento.
Para a aulinha das crianças do Jardim, para facilitar a compreensão inicial da necessidade de termos regras, resolvi usar como exemplo as regras de trânsito:

  • No chão da sala, colamos fitas adesivas para formar como um cruzamento de ruas.
  • Com cartolina branca, fiz algumas tiras para demonstrar uma faixa de pedestre.
  • Ampliei uma imagem de carrinho para pintar e colei em cartolina (para cada criança ser um carro).
  • Imprimi também uma imagem de semáforo para pintar.
  • Simulamos o tráfego, primeiro sem o semáforo, para demonstrar que iria virar bagunça, pois eles deviam cruzar o caminho um do outro. Entramos no meio para aumentar a confusão e mostrar que assim poderia haver um acidente entre os carros, machucar alguém, etc. Aí usamos o semáforo para mostrar que algumas regras são importantes para todos viverem em harmonia.

Depois, usei algumas figurinhas de regras legais e outras não, que achei no site "x". Eles entenderam o que podia e o que não podia, sempre conversando sobre o porque disso.
Com isso, entramos no assunto de que, na Evangelização, também precisamos de algumas regras. Dei a eles o desenho de um relógio e começamos a falar sobre as regras da evangelização:

  • Chegar na hora;
  • Se atrasar, entrar em silêncio para não atrapalhar os outros;
  • Quando alguém estiver fazendo uma prece, ficar em silêncio e prestar atenção, pois estamos conversando com Deus e devemos respeitar o nosso Pai e o nosso colega que quer ouvir.
  • Tudo tem sua hora: hora de brincar, hora de ouvir, hora de desenhar, hora de comer, etc. A nossa aula também tem a hora de começar e de terminar. Por isso, precisamos aproveitar o tempo da nossa atividade para cumpri-la, e terminar um pouco antes do encerramento, pois precisamos guardar tudo o que usamos.
  • Depois da aula, temos o passe: devemos permanecer em fila e em silêncio, para não atrapalhar a atividade dos que estão trabalhando.
  • Quando estivermos recebendo o passe, devemos sentar na cadeira e pensar em Jesus, nos ligando a ele.
  • Antes do lanche, lavar as mãos.
  • No lanche, aguardar até todos receberem o passe, para fazermos juntos a nossa prece de agradecimento pelo lanche.
As crianças receberam bem as regras, e vimos algumas alterações no comportamento dos mais levados, o que nos deixou muito felizes!!!

sábado, 11 de dezembro de 2010

Confraternização

Para encerrar as atividades do ano, fizemos um convite aos pais e responsáveis, e as crianças também poderiam convidar algum amigo para este dia.

Enquanto as crianças recebiam o tratamento espiritual, conversamos com os adultos sobre o que era o Natal para eles. Os que se colocaram, expuseram uma imagem muito negativa, de tristeza, de consumismo, de críticas ao governo, etc. Tentamos transmitir a ideia da essência do Natal, que é o nascimento de Jesus em nossos corações, diariamente. Que os presentes que podemos oferecer ao "aniversariante" são as nossas qualidades, nossas boas atitudes. E que a paz que queremos ver no mundo, começa em nós, pois só podemos mudar a nós mesmos, e assim, poder transmitir essa mensagem aos outros, e por aí vai. E isso é o que tentamos fazer na Evangelização: semear coisas boas para que essas crianças possam colher os frutos no futuro, assim como nós colhemos os frutos das sementes que alguém plantou em nós.

As crianças pintaram os personagens de um presépio e a ideia era que os adultos auxiliassem a criança. Depois, cada uma foi colocando o personagem no presépio. Preparamos anteriormente um "estábulo" com palitos de sorvete, de churrasco e serragem.

Depois, as crianças fizeram uma apresentação simples, cantando e fazendo uma coreografia simples (já que não tínhamos muito tempo para ensaiar) da música "Amigo, como é linda a nossa amizade!"

Por fim, o Tio Paulo colocou uma música que tem uma mensagem linda do Roupa Nova, e nós cantamos todos juntos, e depois nos abraçamos e confraternizamos. Foi muito bom!

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Parábola: O Filho Pródigo

Sempre no início da aula, reforçamos com as crianças o sentido de "Parábola". Está surtindo efeito, pois quando perguntamos sobre o nome das histórias que Jesus contava já vem "parágola" - rs! (lembrando que os aluninhos em questão têm 5 anos, no máximo). E hoje ensinamos outra palavra "difícil": pródigo - aquele que desperdiça, gastador, etc. Buscamos usar exemplos de como podemos "desperdiçar": deixando a torneira aberta enquanto escovamos os dentes, e por aí vai.

Primeiro, contei a história mostrando as imagens de um livrinho, que é bem resumido. Depois, usei novamente a nossa "televisão de caixa de sapato", pois isso consegue prender a atenção deles. Utilizei os desenhos que encontrei no site do Sementinha Kids, montei a sequência, um pouco mais longa e detalhada que o livro.
Por último, pedi para que eles nos contassem a parábola, utilizando uma cartolina de base, onde eles colocavam (de pé) os personagens que fornecemos a eles. Os fantoches de papel e a história de referência foram retirados do site do Centro de Estudos Espíritas Allan Kardec. Lá tem mais sugestões de atividades para essa aula. Acesse o link abaixo e confira: http://www.ceeak.ch/portugues/evangelizacao/aulas/Ciclo2/pLANO%20DE%20AULA%20filho%20prodigo%201.pdf
Utilizei também desse site uma cópia ampliada da atividade para ajudarmos o filho pródigo a retornar para casa. Entretanto, para os pequenos entenderem melhor o que era para fazer, dei outra atividade, aí da minha cabeça: peguei aqueles durex coloridos e fiz um caminho embaralhado (no chão), para que eles percorressem e conseguissem chegar ao final, como o filho pródigo retornando para casa. Na chegada, eu colei no chão a imagem do pai feliz com os dois filhos. Foi bem legal! Depois, eles fizeram o caminho e pintaram o desenho.

Dia das Crianças

Este ano a comemoração do Dia das Crianças foi um pouco diferente. As crianças de todas as idades ficaram juntas, para fazerem um brinquedo reciclado: um bilboquê com garrafa pet. (Vou colocar o modo de fazer)

Depois, assistiram a uma série de desenhos curtos sobre parábolas, que é o tema que estamos abordando nas aulas. É bom perceber que eles reconhecem as histórias que já tiveram.

Parábola: O Bom Samaritano

Para essa aulinha, iniciamos falando sobre boas e más atitudes. Levei vários daqueles bonequinhos feitos de papel, sem a expressão do rosto. Distribuímos dois fantoches de papel, colados no palitinho de madeira, um com rosto alegre e outro triste, para que eles nos dissessem quem era bom e quem era mau.
Na primeira dupla de bonequinhos, como eram iguais, não sabiam dizer. Aí, para diferenciar e ver se havia algum "preconceito" ou coisa do gênero, eu disse que um era palmeirense e o outro corintiano. Lógico que o Matheusinho disse que o corintiano era bom. Conversamos a respeito, do porque ele pensava assim - lógico, ele torce para o Corinthians, né? Depois, mostrei um boneco escuro e outro claro, e assim por diante.

Na segunda fase, apresentei alguns desenhos em que haviam ações: um menino mostrando a língua para o outro, alguém ajudando a mãe em casa, etc. E eles deveriam levantar a plaquinha "alegre" se a ação era boa e "triste" se era uma má ação. Para entenderem que são as ações que dizem se a pessoa é boa ou não, e não sua aparência.

Depois, relembramos o termo "parábola", mostrando a figura de Jesus conversando com as crianças, e contamos a história do Bom Samaritano, utilizando um livrinho resumido, em que as crianças podiam acompanhar com as imagens. Durante a história, eles também levantavam a plaquinha para falar o que era legal ou não. Em seguida, peguei duas imagens de cidades e colei uma em cada parede da sala, para mostrar a distância. Fui contando a párábola, utilizando fantoches de papel que encontrei no site "x" (esqueci de anotar, vou procurar a referência para colocar).

Legal foi quando o samaritano foi ajudar o homem, porque eu levei esparadrapo e pedi que ajudássemos também, fazendo os curativos nos ferimentos dele.

Para finalizar, fizemos uma atividade que era um cartãozinho com um coração que se levantava quando abria. Eu pedi para pensarmos em alguém para quem nós gostaríamos de oferecer o nosso amor, assim como fez o samaritano. Pintamos o coração com lápis aquarelado - pingando um pouquinho de água, fica como aquarela.

Auto-estima

Nesta aulinha, pedimos para que todos falassem uma qualidade de cada um de nós: bonito, amigo, inteligente, etc. As crianças só conseguiram falar de qualidades "concretas": porque tem um tênis azul, por exemplo. Nessa fase (3 a 5 anos) a criança ainda não faz abstrações.

Após essa dinâmica, colocamos a criança de frente para um espelho de corpo inteiro, e pedimos que ela dissesse uma qualidade sua. Teve vergonha.

Já havíamos colado na parede três árvores: uma de flores, outra de frutas e outra que só tinha a copa larga. As crianças auxiliaram a colar as flores (de verdade, mas que estavam caídas no chão, lógico) e também as frutinhas (de papel). Contei a estória das três árvores, na qual a terceira não se valorizava porque não tinha nada a oferecer. Mas ela descobriu, através de um menino, que podia oferecer sombra aos que queriam se abrigar do sol forte. E descobriu que também tinha valor.

Depois, tivemos mais uma história legal, com o livrinho que a tia Cleide trouxe, sobre um coelhinho que queria ser pretinho como uma menina, que ele achava linda! O livro se chama "Menina Bonita do Laço de Fita", da autora Ana Maria Machado. Fala das diferenças e da auto-aceitação!

Nossa última atividade foi a seguinte: arrumamos um papel do tamanho das crianças e pedimos para eles deitarem em cima. Fizemos o contorno do corpinho de cada um, recortamos o molde e depois pedimos para eles completarem (olhos, boca, unhas, etc). Interessante!